Rumo a uma Rede Diplô de Pesquisas?

Desafio: transformar em bom jornalismo uma impressionante massa de informações alternativas — e muito qualificadas — sobre nosso tempo

Ainda em fase experimental, o Blog da Redação de Le Monde Diplomatique Brasil existe graças a uma grande novidade no mundo da comunicação — algo paralelo, porém ainda menos notório, que a revolução dos blogs. Na última década, multiplicaram-se as fontes de informação, acessíveis via internet, sobre todos os temas internacionais relevantes. As versões web da “imprensa alternativa” tradicional têm importância neste processo — mas já não estão sozinhas. Graças aos sites de centenas de organizações, movimentos cidadãos ou mesmo indivíduos, tornou-se possível obter versões, análises e dados distintos dos oferecidos pela mídia tradicional. Sobre qualquer fato ou debate relevante.

Este material é, quase sempre, muito mais profundo que o publicado nos jornais e sites comerciais. Está, porém, disperso. Quase sempre, é redigido em linguagem para iniciados, sem o emprego das técnicas de popularização do bom jornalismo.
Le Monde Diplomatique Brasil organizou, ao longo de anos, um enorme banco de dados com estas fontes — algumas centenas. Organizar uma pesquisa permanente nesta base é algo que só poderá ser concretizado por meio de uma grande rede de colaboradores. O jornal está disposto a formá-lo. A tarefa é inédita. É preciso, inclusive, construir um método e uma rotina de pesquisa. Os interessados em participar da aventura podem deixar mensagens e contatos na seção de comentários

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13 Responses to “Rumo a uma Rede Diplô de Pesquisas?”

  1. Sou pesquisador brasileiro na área da educação e quero contribuir para a rede.

    Oi, Wladson:

    Vale para você a mesma resposta dada ao Rogério. Muito obrigado por sua disposição. Assim que estivermos prontos para começar o trabalho, aviso.

    Abração
    Antonio

  2. Prezados Srs. tenho interesse em participar dessa aventura de garimpar informações e constituir um universo amplo de pesquisa das mais variadas fontes. Sou bibliotecário, com mestrado em educação e atualmente desenvolvo meu doutorado na área num trabalho que envolve, memória, educação, informação e história.

    Tenho acompanhado os e.mails (Boletins) enviados pelo Sr. Antonio Martins e no último mês sugeri a instituição a que sou colaborador (Senac) que comprasse o livro número 2 da Coleção Le monde Diplomatique Brasil, cujo título é “Caminhos para uma comunicação democrática. Alguns colegas já o leram e conseguimos ampliar nossas discussões institucionais.

    Estou disposto a contribuir e claro, será um grande aprendizado desenvolver rotinas de pesquisa com a equipe que sera formada por este veículo de notícias e informações. Acredito que já estava na hora de um jornal como é o Le monde Diplomatique abraçar a idéia de constituir um Staff que apóie seus coordenadores neste grande garimpo da rede existe de informação, comunicação e contra-comunicação.

    Caro Rogério:
    Conforme frisava a postagem, ainda estamos desenvolvendo o método para botar de pé nossa rede de pesquisas. É ótimo saber da tua disposição e não se preocupe: você será convidado, assim que estivermos prontos para começar o trabalho.

    Abraço
    Antonio

    Como o próprio Antonio Martins observa em seu texto. Já está na horá de caminharmos no sentido de ir “Muito além de Gutenberg”

    Um abraço,

    Aguardo maiores informações para ingressar nesta equipe!

    Rogério Xavier Neves

  3. Neste projeto – temos uma idéia fabulosa, necessária e útil à opnião pública, ao pensamento livre que precisa ser constituido e respeitado de forma coletiva, social e global, sem globalização, para que o homem tenha sua personalidade, convicção e determinação na história.
    Portanto, gostaria de ser incluido np Blog Redação do Le Monde- Brasil.
    Muito Obrigado.

  4. me voluntario para editar textos relacionados à questão de gênero e tecnologias livres no brasil e no mundo.

  5. Olá Antonio Martins: sempre procuro assuntos de meu interesse no seu “Mundo Diplomático”. Interesso-me especialmente pela comunicação rizomática, ou melhor, comunicação em rede. Tenho 75 anos, sou psicanalista (médico) em atividade e tenho doutorado em comunicação pela UFRJ realizado na década de 1990. Aguardo. Um abraço e parabéns pelo seu trabalho. Nahman.

  6. Sou historiadora, recém doutora e desejo participar, contruibuir com esse projeto. Minhas pesquisas tem sido voltadas para a analise da migração de trabalhadores tanto no Brasil quanto na região Caribe e o que puder ajudar desde e sob essa perspectiva estou à disposição. Parabéns pela iniciativa. Kátia Couto

  7. Não sou pesquisador, não sei como posso ajudar, mas me coloco à disposição.

  8. Ola Martins, Meu nome é Roberto sou aposentado.Continuo trabalhando,e gostaria de colaborar com iinformes cotidianos.Tenho 54 anos uma experiencia de vida aloprada dividida em duas etapas: até os 27 anos e depois até 50.Hoje caminhando na terceira etapa transplantado e de figado novo creio poder colaborar de alguma forma.Trabalho em uma empresa na area que tenho comunicação com muitas pessoas e empresas,portanto me inspira muitas informações.Sou formado em Ciências Contabéis,Pós graduado em Administração e uma porção de cursos extra-curriculares.
    Aguardo.Parabéns pelo trabalho que estimulara muita gente a escrever como eu.

  9. Prezados e Prezadas,

    Parabenizo pela iniciativa e podem contar comigo nesta empreitada. Sou graduada em ciências sociais e espcialização em educação e desigualdades raciais. Atualmente desenvolvo pesquisas na área de meio ambiente e saúde da população negra.
    À disposição, aguardo o início dos trabalhos.

  10. sou estudantes da universidade estadual do maranhão e moro em imperatriz, se for de acordo gostaria de contribuir na área de gestão de Empreendimentos economicos Solidários da região tocantina.

    grato!

  11. Professor e pesquisador pós-graduado na área de História do Século XX e História Local. Parabenizo a iniciativa da redação e encontro-me a disposição para auxiliar nos trabalhos.

  12. Sou formado em História pela USP e estudo pós-estruturalismo e educação, teoria queer, teoria da história, antropologia urbana. Disponho-me ao trabalho.

  13. Olá, Antonio!

    Como sabes, sou jornalista graduada pela Unesp e mestranda em História Social pela USP.
    Não sei ao certo como posso colaborar, mas estou à disposição!

    Abraços,
    Juliana Sayuri

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